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Estimador de capital para seguro de pesquisa clínica
Informe a fase do estudo, o número de sujeitos de pesquisa e o risco do produto investigado para ter uma faixa orientativa de importância segurada. É um ponto de partida — o capital adequado depende do protocolo e das exigências do CEP/CONEP.
Capital sugerido (orientativo)
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Falar com especialista em pesquisa clínica Conhecer o seguro de pesquisa clínicaComo a faixa é estimada
A estimativa combina três fatores para sugerir a importância segurada do estudo: a fase, o número de sujeitos de pesquisa e o perfil de risco do produto investigado. Fases iniciais — sobretudo a Fase I, de primeira administração em humanos — e produtos de maior risco puxam o capital por participante para cima, porque a exposição individual a eventos adversos é maior. Quanto mais participantes, maior a exposição agregada.
A faixa procura contemplar aquilo que uma apólice de pesquisa clínica costuma responder:
- Danos à saúde dos sujeitos de pesquisa decorrentes da participação no estudo.
- Responsabilidade civil do patrocinador e do investigador.
- Despesas médicas e indenizações previstas no protocolo e nas exigências do CEP/CONEP.
Marco regulatório, em resumo
No Brasil, a pesquisa clínica com seres humanos é conduzida sob supervisão ética do sistema CEP/CONEP e, quando envolve medicamentos e produtos, sob regulação da ANVISA. A Lei nº 14.874/2024 estabeleceu o marco legal da pesquisa com seres humanos no país. A garantia de assistência integral e de indenização por eventuais danos aos participantes é uma exigência ética consolidada — e o seguro é o instrumento usual para assegurá-la. Este conteúdo é informativo e não substitui a análise do protocolo nem a orientação de um especialista.
Quer entender coberturas, exigências e como estruturar a apólice do seu estudo? Veja a página do seguro de pesquisa clínica ou fale com um especialista da NeuCorr.